domingo, 30 de setembro de 2012


És o raiar do sol no fim da madrugada,
Uma fênix trazendo magia na alvorada;
Cachoeira de amor banhando a poesia cantada,
Encontro do rio com o mar, momento infinito;
A metamorfose da vida, meu sonho mais bonito.
Sou as ondas, as águas do mar
E você, meu amor, a magnífica luz do luar.
És um eclipse dourado, a paz que mora em mim.
És o canto da sereia, maravilha sem fim.
És montanha, és cidade, és campo;
Toda beleza em um só encanto.
Meu anjo, brisa vinda do litoral...
És um lírico desabrochar de flores em meu quintal.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Desejo

 Quero peitos em meu rosto... línguas em meu grelo... mãos quentes em minha cintura, me puxando com força enquanto me penetram de quatro.
 Quero colo, uma bucetinha quente pra chupar... Quero uma surra de pau na cara... Quero suor, sussurros, gemidos e gritos. Quero orgias.
 Quero marcas de mãos em minha bunda e puxões de cabelo. Me dá um tapa na cara!?
 Quero te chicotear, te pisotear... Quero sexo violento. Quero sexo com amor. Quero amar teu sexo e foder teu amor.
 Arranhões, chupões, mordidas... Me chupa. Quero gozar na tua boca.
 Cuidado ao me tocar. Eu dou choque.
 Estou fervendo. Me fode gostoso. Agoraaaaaaa!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Busão errado, manola!

 Cinco anos dirigindo e eu esqueci de como pegar um ônibus.
 Era pra eu ir pro centro da Forquilhinha. E aonde eu fui parar? No centro de Criciúma.
 Saí de casa atrasada e entrei no primeiro ônibus que passou. Quando ele virou à direita no bairro Saturno, eu pensei: "Estão mudando as rotas dos busos. Tudo bem, ele vai pela Mãe Luzia". Mas quando ele virou, também à direita, no São Defende, me deu vontade de gritar: "Fudeu"!
 Me segurei pra não rir. Chegando na rodoviária de Criciúma, eu não aguentei. Era eu gargalhando e as pessoas me olhando esquisito. Eu podia ler os pensamentos delas: "Louca!" hahaha.
 Eu perdi minha sessão com a psicóloga, mas valeu as risadas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ah, essa sociedade...


 Uma internação numa clínica psiquiátrica não difere muito de uma prisão. Todo mundo fica trancado, tem o tempo de pátio, a vigilância, a comida é um lixo e é servida pelos internos... Tem as "panelinhas", as brigas, as trocas, os roubos, as tentativas de fuga e de suicídio... Tudo o que mandam pra você é revistado. A diferença é que na clínica psiquiátrica, eles te dão as drogas e você não pode recusar. Caso contrário, dorme por 24 horas (a solitária). Ao sair, sua fixa fica "suja" e a sociedade te olha atravessado.
 Saiu da penitenciária, é bandido. Saiu da clínica psiquiátrica, é louco. Existem tantos medicamentos e ainda não inventaram um remédio para o preconceito.
 Às vezes a gente precisa passar um tempo no inferno pra descobrir que a terra é o paraíso!

domingo, 13 de novembro de 2011

Despedida

 Não chores quando eu me for... Suas lágrimas não servirão para regar as flores em meu túmulo.
Não se deprima... A vida acaba para todos. Só escolhi a data da minha partida.
Não lamente nada... Tive a vida que mereci.
Não se culpe... Tenho certeza que você sempre me deu o melhor de si. Eu apenas queria mais do que não tinha.
Não se anestesie... A dor vem mais forte depois.
Seja feliz por alguém que nunca soube o significado real disso.
A vida continua...

domingo, 2 de outubro de 2011

Aflição


 Louca para ligar, mas com medo de ouvir o que poderia estar acontecendo do outro lado... Passei a madrugada toda com o coração na mão.
 E daí se ele estivesse transando com outra pessoa? Nós estamos tão longe e nem temos compromisso. Mas confesso que a ideia me entristece. Eu queria ser a única. A única que ele toca, que ele beija, que ele ama... Mas sei que não é possível.
 Uma chuva fina que mais parecia cerração e o cachorro deitado no chão, ao meu lado. Luzes apagadas. Na claridade do notebook, coloco meus óculos para escrever que as horas passaram preguiçosas. A angústia me consumia a cada "tic" e a cada "tac" do ponteiro.
 Sentia saudades de algo que nunca tive. De braços enlaçando meu corpo, sussurros ao pé do ouvido, sorrisos com os olhos rasos d'água... A vontade de estar com ele era cada vez maior. E conforme ela aumentava, aumentava também a minha desesperança.
 Eu queria mais que duas webcams ligadas. Eu queria mais que beijinhos mandados em high definition. Eu queria mais que apenas um jeito carinhoso de ser chamada. Eu queria ser quem está em sua mente. Eu queria fazer parte da vida dele. Mas a questão é: Será que ele quer?
 E a imaginação machucava mais do que deveria. Passei horas imaginando como ele a tocaria. Se apenas de forma carnal ou se colocaria sentimento.
 As lágrimas rolavam incansáveis em meu rosto. Sem ao menos saber se havia motivo para eu estar me torturando com aqueles pensamentos. Como se eu os pudesse controlar...
 A chuva caía mais forte. O céu estava em fúria. Além da angústia, o medo chegou para me fazer companhia. Só não sabia se meu medo era da tempestade ou de perder o que nunca me pertenceu.
 Como é possível gostar tanto de alguém que nunca esteve aqui?
 Cansada, com a cabeça vazia e o peito sobrecarregado, deito agora, com a certeza de que nunca deixei de demonstrar o que sinto.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dor

Quando um problema simples se torna irresolúvel...
Quando você não sente o chão sob seus pés (literalmente)...
Quando o sonho vira pesadelo...
Quando o vazio predomina e nele ecoam todos os sentimentos de uma só vez...
Quando você não consegue controlar os próprios pensamentos...
Não caibo mais em mim. Minhas emoções são como carrinhos de bate-bate e eu estou bem no meio da pista. Cada emoção é como um murro em meu rosto. E eu consigo sentir a dor de todas ao mesmo tempo.
Quando você precisa da presença das pessoas e as afasta...
Quando você não suporta a solidão, mas não vive sem ela...
É... Estou enlouquecendo!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Queda livre

 Mesmo triste, mesmo em desespero, eu sorria. Não queria preocupar as pessoas com meus problemas, mas acabei fazendo pior, as machuquei com atitudes que eu pensava não darem em nada. Eu sempre fui frágil, mas queria que todos vissem em mim, uma pessoa forte. E consegui, por certo tempo.
 Procurei por paz em montes, vales, mares e não a encontrei. Só a conheci em um outro mundo. Mas jamais imaginei que era uma falsa paz.
 Quando dei por mim, me encontrava pendurada em raízes na beira do precipício. Eu queria muito voltar a sentir o chão sob meus pés, eu sinalizava pedindo ajuda. Sem olhar os rastros que me levaram até ali, as pessoas que poderiam me salvar, me incentivavam a soltar, com suas palavras amargas e olhares rancorosos... Me julgavam, enquanto eu gritava por socorro. Então eu fechei meus olhos e soltei. Eu continuo caindo... E meu corpo continua destilando as lágrimas que meus olhos se recusam a verter.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Do que você tem medo?



 Todos temos algum medo. Ou vários. Decidi expor os meus. Fiquem a vontade para fazer o mesmo, se quiserem. Segue a lista:


Morro de medo do alçapão. Não sei porque, mas aquela coisa me causa arrepios. rs

Medo de ver meu reflexo distorcido.

Medo de lagartas. (Pego cobra, aranha, escorpião... mas lagartas, eu não posso nem ver.)

O pior de todos: Medo do silêncio! Medo de estar no silêncio total e ouvir algo estranho.

Medo de levar susto.

Medo de bonecas.

Medo de bichos maiores que eu.

Medo de sentir dor.

Medo de enlouquecer.

Medo de algumas músicas.

Medo de olhos de animais no escuro.

Medo de fotos emolduradas.

Medo de andar sozinha na rua.

Medo de lugares grandes demais.

Medo de lugares grandes e antigos. Tipo... igrejas, casarões, hospitais antigos...

Medo de tampa de caixão. (É só da tampa, mesmo.)

Medo de espaços muito pequenos.

Medo de gritos.

Medo de trovoadas.

Medo de aglomerações.

Medo de palco.

Medo de que algum bicho entre no meu ouvido.

Medo de parasitas. (Vi alguma coisa com um ultrassom de uma menina que tinha uma tênia. Aquilo me deixou com um black power liso na cabeça. :S)

E o mais esquisito: Quando estou dentro de casa, tenho medo de olhar pra fora, e, quando fora, tenho medo de olhar pra dentro.

Eu já disse que morro de medo de silêncio e do alçapão, né?

 E, confesso que, apenas a palavra MEDO, já faz com que eu me borre toda. Irracional assim. Bom, depois dessa "terapia", vou ali tomar um banho e volto para ler os comentários.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Garanta já a sua liberdade



 Desprenda-se da futilidade, saia da dieta por um dia, tome um porre, dê no primeiro encontro, mande alguém tomar no cu, divirta-se, banque o(a) louco(a), faça tudo o que tem vontade.
 Fazendo o "certo" ou fazendo o "errado", as pessoas sempre irão te criticar. Sempre! Liberte-se do medo da crítica. Liberte-se do moralismo cego. Liberte-se das mentiras que nos contam. Liberte-se de ser um robô; você consegue pensar por si! Não deixe que terceiros prescrevam a vida que é somente sua.
 Aproveite a vida ao máximo, afinal, ela escapa por entre os dedos a cada segundo. A cada dia que passa, estamos envelhecendo e nos tornando gagás com as regras hipócritas da sociedade.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Intitule como quiser!


 Me esforcei tanto para algo dar certo, mas tudo deu errado. Minha paciência e meu entusiasmo se perderam em alguma esquina de um tempo que nunca houve. Nessa fase de maturidade, tudo me estressa, tudo me desanima, tudo me isola, me enfraquece, me faz escrava. Não sonho quando durmo e tenho pesadelos acordada. Nada mais espero dessa escuridão que me cerca, que me cega, que me amedronta. Não sei se há luz no fim desse túnel ingrato chamado vida.
 Preciso voltar ao meu normal (de loucuras notáveis). Fazer minhas vontades e não querer mais ser capacho do sistema. Vou botar um ponto final na "vida" e começar a viver. Já chega de sanidade. Vou quebrar as correntes e fugir do imaginário, colocar em prática meus planos mirabolantes, render minhas fantasias ao real, aqui e agora! Não deixarei mais nada pra depois!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Montanha Russa Ao Meu Humor!


 Um feitiço talvez...
 Dessa forma definiria minha vida. Ora triste, ora alegre; ora odiável, ora apaixonada...
 Como poderia descrever essa imensa tempestade de emoções? Definitivamente, nem eu sou capaz de me compreender. Amaldiçoada pela terrível ironia da vida: transtorno bipolar!
 Certamente os paralelos não deveriam se fundir, mas no meu caso isso acontece. Euforia e depressão não andam mais lado a lado e sim, ocupam o mesmo espaço. Consigo me sentir extremamente feliz em um momento em que me encontro numa fossa total, e vice-versa.
 A paixão é fundida ao ódio num piscar de olhos. "Se eu estou te odiando agora, é porque te amo." Seria cômico, não fosse triste.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Autotraição


 Falta de compreensão... Isso assola toda a integridade de uma relação.
 A falta de comunicação sufoca um relacionamento. Acaba com a esperança de continuar a ter sentido a união que se prolonga aos arrastos pela incapacidade de dizer adeus.
 A acomodação nos torna prisioneiros de uma rotina miserável. E não achamos meios para mudar a situação e assim, surge a depressão.

 Depois de quase seis anos de casamento, a última coisa que esperamos é um amor que surge de um largo sorriso com faíscas no olhar. Um anjo que chega para carregar nossos maus pensamentos para longe e depois joga nossas esperanças no fundo de um lago negro. Despedaça nosso coração. Destrói os sonhos. No lugar da doçura das palavras fica apenas o amargor de uma alma dilacerada.
 Quando os loucos tomarão posse de um mundo que é seu por direito?
 Amores que vêm e não vão apenas machucam. Deixam feridas profundas incapazes de cicatrizar.
 Amores que vieram para ficar nunca me satisfizeram de verdade. Nunca preencheram o vazio que se instalou em meu peito desde a minha infância. Jamais me fizeram flutuar ou ouvir sininhos tocando no horizonte, onde eram feitos os planos para o depois que nunca chegaria.
 O medo de ficar só, só me faz afastar de mim as pessoas que amo. O medo de ficar isolada me desperta um desejo indomável de mergulhar na solidão. O medo da dor e do sofrimento só fazem eu me machucar amando alguém que não me ama.
 Das cinzas de minha alma, ressurge uma vontade insaciável de vencer esse conflito. Nos meus sonhos submersos, sua voz soa sombria. Errante ideia de tê-lo em minha realidade louca de normalidade. Sofro encolhida no fosso de meus prantos praguejando as ilusões que nunca recebi. Sorrateiramente queimam minha vida e destroem toda a esperança de renascer minha autoestima.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Distorção

Tortura psicológica, agressões verbais;
Desafios e brigas, cada dia mais...
Acumulando em minha mente temas irracionais.
De nostalgia à neuroses, quantas doenças fatais?
Jorrando sangue em pensamentos; de mudar não sou capaz.
Sobrevivendo a maluquices, no corpo apenas os sinais
De mundos distorcidos com minhas crises mentais.

Temor... Histeria...
Afinal... medo do que?
Crises de pânico...
Medo do que não podemos ver!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Overdose de tristeza

 Minhas ideias geniais abandonaram minha mente. O desânimo corrói meus ossos como osteoporose precoce. A inveja me cega diante das oportunidades que a vida oferece; mesmo tropeçando nelas, não consigo as ver. O medo e a insegurança me ensurdecem perante os chamados do sucesso, quando ele grita meu nome. (Santa ignorância!)
 A dor relembra meu martírio. O pranto resseca meus olhos ao molhar minha face.
 Na busca incessante da felicidade, só encontro solidão e o vazio que me assola. Sem olhares apaixonados... sem carinho, nem ternura... Sem paz... Apenas indiferença.
 Sinto-me angustiada. Trago comigo as marcas de um passado doloroso. Sofro só de pensar em meu futuro: Lágrimas... Gritos... Fantasmas ao tempo... Almas feridas...
 Sinto um nó na garganta, um aperto no peito quando passo por ele (O destino).
 Tento superar os traumas; psicoses de minha infância mas, parece impossível... O tempo não passa, a noite é escura, o vento... frio!
 Tudo se cala, menos os rugidos do futuro. Não vejo mais nada. Apenas minha impiedosa sorte. Um calafrio me ocorre. Lágrimas descem à minha face. Fecho os olhos. Mas, as imagens continuam em minha mente: Dolorosas... Frias... Pavorosas... Sangrentas! Meu coração acelera repentinamente. Minha alma grita desesperadamente, mas... Ninguém a ouve!
 Cicatrizes surgem em meus pulsos. Feridas imensas pelo corpo. Náuseas... Dores... Sons... Cores. Lembranças me invadem. De repente... Estou morta!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Turbilhão

 Um turbilhão de hormônios me arrasta em noções loucas para o fundo do meu ser profano. Perjúrio em sentimentos vagos... Desilusões... Tesão pela aventura... Sede de vivenciar momentos ilícitos com velhos e novos desconhecidos... Curiosidade em invadir as fronteiras do proibido... Larica de sexo... Anomalia fundindo sonhos com o mundo real... Desejo voraz de me prender nos devaneios liberais da rebeldia... Adolescência prolongada à vida eterna. Jamais quero mudar. Crescer nem sempre é o melhor caminho. A minha grande necessidade é a de viver!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A arte de detestar...!


 Só leia se tiver uma mente aberta. Senão... Get out!

 Muita gente acha lindas... um charme... fofas... (¬¬) as minhas covinhas. Eu, as detesto! Acho lindo em algumas outras pessoas. Mas pra mim, não combina!
 Tem sempre aquele apaixonado por covinhas que mete o dedo nelas. PS: As minhas são no canto da boca e não no meio da bochecha. Eu me irrito com isso. É inconveniência. Uma das coisas que eu mais detesto!
 O que mais eu detesto? Insistência!
Exemplo (do msn): "-Liga a cam? -Não! -Ah, por favor -Não! -Só um pouquinho -(¬¬)". Resultado: Marco as opções 'Bloquear' e 'Remover dos Contatos' e clico em 'Excluir'!
 Detesto idiotas que tentam dar uma de espertos (acho que todo mundo conhece alguém assim, né!?)... Detesto falsidade, mentiras... Como eu detesto isso! E o pior, as pessoas acham que estão arrasando na interpretação enquanto eu as esculacho no sarcasmo. (Sou um detector de mentiras ambulante!). E dou tanta risada da cara dessas pessoas depois... Meus bobos da corte particulares. hahaha.
 Detesto intimidade forçada... Detesto visitas. E como eu detesto!
 Detesto que mexam nas minhas coisas! A bagunça é minha e eu me encontro no meio dela. Se tirarem algo do lugar, eu nunca mais acho.
 Detesto sermão. Se eu quisesse ouvir sermão eu iria pra igreja! A vida é minhaaaaa! Faço dela o que eu quiser. Ninguém mais paga minhas contas além de mim. Se eu bebo, se eu fumo, se eu não acredito em nada, se eu não como "direito", se eu dou pra várias pessoas... O problema é meu! Eu vou morrer mesmo - e não faço a menor questão que demore! Eu não transo sem camisinha, a buceta é minha e eu dou pra quem eu quero! Tenho bronquite mas... foda-se! Respeito quem crê em Deus, Diabo, Céu, Inferno e outras coisas que eu não tenho noção do que seja. Mas tenho um ódio mortal de quem não me respeita por ser atéia.  "-Você não crê em Deus? O.o - Não. Eu não creio! Acredito apenas no que se pode provar que exista." E começam a me xingar. Montem em seus unicórnios e cavalguem pra bem longe de mim!
 Há muitas outras coisas que eu detesto. Mas não quero me prolongar. Quem sabe, numa próxima...
 Conselho grátis: Não se meta na minha vida e na de ninguém mais. Se não tens o que fazer, além de cuidar da vida alheia... "Vá achar uma lavação de zorba!"
 Precisava muito expurgar essa pequena cota dos meus ódios!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A crise dos 16 anos


 (Achei isso perdido em meio às coisas da escola. Ri demais e achei justo compartilhar uma das minhas crises de adolescência. hahaha. Não mudei nadinha no texto. Até os erros eu deixei. Divirtam-se!) ...


 Cansei de me apaixonar por idiotas que não dão a mínima para os meus sentimentos. Será que a gente nunca aprende que se apaixonar não é seguro?
 A gente sofre tanto, por tantas pessoas, por vários motivos: mentiras, traição, abandono.
 É frustrante ter uma imaginação fértil! A gente vê um cara lindo, com um sorriso encantador, todo simpático, meigo, cavalheiro, etc... Imagina que ele seja tudo o que se pede a Deus. Depois descobre que ele não sabe dar um "chega pra lá" em uma mulher sem ter a ajuda da mãe dele, fica arrogante, indiferente, "se acha" só porque tem alguém a fim dele. É ridículo! E o pior é que, quanto mais ele despreza, mais dá vontade de ficar com ele. Será que isso faz parte do instinto de predador do "olhos frontais" ser humano?
 Será que existe alguma forma de "lavagem cerebral" para que a gente nunca mais precise se apaixonar novamente? Ou uma espécie de amnésia induzida? Eu preciso disso. Estou sofrendo pra caramba. E dói tanto.

 Será que todo mundo tem mania de falar sozinho? De se imaginar em alguma situação e tentar reproduzir a cena?
 Agora, estou me imaginando deitada num divã tendo altos papos com um psicanalista - que no momento é o que eu mais preciso.
 Será que todas as pessoas se masturbam imaginando alguém junto delas? Será que todos pensam em sexo à todo momento? Será que eu sempre vou ficar pensando que vou enlouquecer?
 Eu preciso ver um psiquiatra respeitado tendo um surto de loucura pra me sentir mais normal. Como essa palavra é feia, né: Normal. Ou será que ninguém é normal? Será que todo mundo enlouqueceu? Todo mundo pirou de vez? Será que todo mundo é bipolar como eu? Não, como eu não, porque acho que sou polipolar. Pra eu passar de uma crise de riso para um surto neurótico é uma linha. Cada dia eu estou com um humor diferente. Num dia estou doidona, no outro estou romântica... feliz ... triste ... eufórica ... numa fossa total... intelectual ... e por aí vai... Eu não consigo passar um dia inteiro no mesmo astral. O que é isso? Tem 50 dentro de mim? Ou quem sabe, uma legião?
 Morro de vontade de fazer terapia mas tenho medo de entrar por livre e espontânea vontade num consultório e sair numa camisa de força.
 Semana passada, fui encaminhada para uma consulta com um psiquiatra do "Rio Maina" - legal né, direto na clínica, por nada eu já ficava por lá mesmo - e depois de conversar um pouco com ele, perguntei se eu era louca e ele respondeu dando uma gargalhada estrondosa: "Você é louca de esperta". Mas, será que agora eu tô mais louca que o aceitável? Será que sou uma ameaça para a sociedade? Só sei que me considero um perigo para mim mesma.
 Será que perguntas não respondidas adequadamente, dúvidas cruéis, ao longo do tempo podem enlouquecer uma pessoa? Eu suponho que sim. Pois, eu surto com algumas perguntas que não são respondidas e com a dúvida de como e o que certas pessoas fazem durante o dia, como se comportam, o que gostam de comer, o que gostam de fazer, o que fazem quando estão sozinhas, o que passa na cabeça delas. Eu preciso aprender a ler mentes!
 Quanto ao primeiro assunto - por mais que eu deteste sofrer - acho que sou masoquista. Eu só me apaixono por homens que não me dão bola.  Isso é loucura?

 Meu maior sonho? É ser a pessoa mais inteligente do mundo. Conseguir usar pelo menos 90% da minha capacidade mental.
 Eu amo psicologia. Quero fazer Psicologia. Quem sabe assim eu me curo de algumas neuroses. (Risos). Será que é verdade o que dizem que cada um estuda aquilo o que mais precisa, ou o que menos entende? Exemplo: é muito ruim com números e faz Matemática, é muito ruim na cozinha e não entende nada de bebidas e faz Gastronomia... Se for assim, eu me sentirei muito mais confortável num divã, pois o profissional é tão ou mais louco que eu. (Muitos risos).
 Ah, eu queria desvendar os mistérios da mente. Eu costumo analisar as pessoas que me cercam, mas não consigo me concentrar na mesma coisa por muito tempo...

Cansei. Vou curtir um som.

sábado, 27 de novembro de 2010

Carpe Diem!

 Nesse ritmo frenético em que vivemos, acabamos por esquecer as coisas mais importantes à serem feitas.
 Quando você chegou do trabalho ontem, lembrou de dar aquele abraço carinhoso em seu filho? E aquele beijo apaixonado em seu cônjuge?
 Também vemos as coisas mais belas da Natureza. Mas olhamo-as com olhos de vidro. Às vezes, nem é porque ignoramos, e sim, porque não temos "tempo" de apreciá-las. Por quê? Cadê aquele tempo em que parávamos tudo para contemplar a magia de um eclipse, ou apenas ficar contando estrelas? Cadê aquele tempo em que ficávamos estáticos admirando um belo pôr-do-sol, como se fosse o último?
 Hoje em dia, ninguém mais liga para o canto dos pássaros. Ninguém mais admira a beleza de uma flor e o leve pousar de uma borboleta.
 Temos tantos compromissos e afazeres que não valorizamos o que realmente tem valor!
 Marcamos tantos encontros, com tantas pessoas. Mas, eu o desafio a largar tudo, agora, e ter um encontro contigo mesmo...
 Olhe para dentro de si e descubra que todos os bens que conquistaste, não valem nada comparados aos sorrisos daquelas pessoas à quem tanto amas, ou à quem tanto amou!
 Não ficarás para "semente". Você também morrerá, algum dia. Então... "Carpe diem quam minimum credula postero!" (Colha o dia, confie o mínimo no amanhã!)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

#1MILHAOSEMPRECONCEITO

Achei super válido e apoio essa causa. Precisamos lutar contra toda e qualquer forma de preconceito! Imagine-se ou à uma pessoa que você ame, nessa situação. Apoie você também esta causa:  #1MILHAOSEMPRECONCEITO